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Quem Somos


POR QUE IGREJA DO FUTURO ?
A REINA se propõe a ser uma igreja voltada para o futuro. O que significa isso, afinal? A Igreja do Futuro não é voltada para si mesma, mas para o mundo, tendo por objetivo primordial a implementação do Reino de Deus. Ela é reinista, em vez de igrejista. Assim como o Espírito Santo não chama a atenção para Si, mas para Cristo, a Igreja do Futuro não pretende ser o centro das atenções, mas projeta seus holofotes para a nova humanidade, a ser edificada ao redor do Trono.

Neste contexto, a igreja é o farol, a humanidade é o navio, e o Reino de Deus é o Porto Seguro. Um farol não pode apontar sua luz para si mesmo. Seu papel é iluminar o caminho, possibilitando ao navio chegar seguro ao porto. Assim, a igreja tem a missão de ser paradigma civilizatório, a fim de que as nações andem à sua luz.

Embora sua origem seja celestial, ela emerge da realidade em que está inserida. Por isso, a igreja do futuro é emergente.

Ao emergir, ela atrai para si, não os holofotes, mas a responsabilidade por tudo o que diz respeito à condição humana e suas demandas. Por isso, ela é convergente. Sua cosmovisão é ampla e abarca a realidade como um todo, desde a cultura, a educação, as ciências, a justiça social e o meio-ambiente.


Nossa ênfase principal recai sobre o binômio: Reino e Graça. 

Entendemos que a mensagem do Reino de Deus é de tal abrangência e magnitude, que não pode ser mopolizada por uma denominação eclesiástica. Por isso, sempre dizemos que o Reino é maior que a REINA. 

O propósito da REINA é ser porta-voz da mensagem que une as doutrinas da Graça à ênfase no Reino de Deus.

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Quase sempre que se fala em votos, ou propósitos, pensa-se em dinheiro! Fica a impressão de uma barganha permitida entre Deus e o homem.
Um dos textos mais usados para falar sobre propósito é este:
Gênesis 28: 20-22 "Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista, de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus; e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo".
Será que Jacó fez uma barganha com Deus quando prometeu dar o dízimo?
CLARO QUE NÃO! 
Ele fez um propósito


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Uma vez justificados pela fé, por esta mesma fé devemos viver, afinal escapamos da morte por que Cristo a suportou em nosso lugar, portanto a vida  da qual agora desfrutamos, só é possível por que Jesus deu a dele em lugar da nossa.
Só o amor é capaz de tal ato, morrer pelo culpado, sendo inocente, reconciliando o homem com Deus e lhe permitindo viver uma nova vida, começar de novo. Nossas obras agora não visam o que podemos conquistar, mas apontar para aquele que nos deu futuro, e cheio de graça nos abrigou em seu reino.
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